Blog de Fenômenos de Transportes I (Mecânica dos Fluidos), referente ao curso de Engenharia Civil, da Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL, criado pela turma do semestre letivo 2012/2, com ênfase na divulgação dos trabalhos criados e formatados pelas equipes orientadas pela Professora Maria Lúcia Cochlar. Nosso objetivo principal é evoluir nossos conhecimentos e divulgar como a mecânica dos fluidos é importante, mostrando os vários campos de atuação de maneira simples e prática.
domingo, 16 de junho de 2013
Experimento de Reynolds
No vídeo a seguir foi realizado o experimento de Reynolds por acadêmicos do curso de engenharia química da Unisul onde pode-se analisar o comportamento de fluxos laminar e turbulento, através do calculo do número de Reynolds pode-se comprovar a análise visual. Onde o fluxo é laminar até Re=2300, em estado de transição de 2300 a 2800 e fluxo turbulento superior a 2800.
Pesquisa realizada pelos acadêmicos de engenharia civil Adriano do Nascimento Abreu e Maicon Cunha Mendes
Obtenção da curva manométrica em função da vazão
http://www.youtube.com/watch?v=VDQdKVvi9WM - OBTENÇÃO DA CURVA MANOMÉTRICA EM FUNÇÃO DA VAZÃO
Bom, achei muito interessante
este vídeo, pois tem muita relação com o nosso projeto de bombas, o qual será
entregue no final do semestre. No vídeo
temos uma visão clara dos conceitos da DETERMINAÇÃO DIRETA DA VAZÃO, a determinação da CARGA MANOMÉTRICA
aplicando-se a EQUAÇÃO DA ENERGIA entre a entrada e a saída de uma BOMBA
HIDRÁULICA, e também a correção da carga manométrica e da vazão em função dos adimensionais, coeficiente de vazão e
coeficiente manométrico.
Ja na bomba vimos que o desnível entre o eixo do tubo e o centro do
manômetro é utilizado a correção da
pressão a ser medida. No vídeo também mostra como tudo deve ser
feito dentro da norma da ABNT . Assim tendo muito contato e relação com o nosso
dia-a-dia.
Aluno: Romolo Cunha Filho
Fenomenos do Transporte 5 semestre
ENGENHARIA CIVIL UNISUL - TUBARÃO
DIMENSIONAMENTO DE SISTEMA HIDRÁULICO PREVENTIVO
A recente tragédia ocorrida em Santa Maria desencadeou grande mobilidade por parte das autoridades responsáveis pela segurança e prevenção contra acidentes em locais públicos e/ou concentração de pessoas, como edificações residenciais multifamíliar, caso a ser estudado a seguir.
Um grande meio de combate a incêndios em casos como o relatado, mais difundido e cobrado atualmente, atende pela sigla S.H.P. (Sistema Hidráulico Preventivo), composto em suma, pela rede de hidrantes distribuídos pela edificação de modo a combater qualquer foco de incêndio do local. É abastecido pela reserva técnica de incêndio, RTI, dimensionada a atender a necessidade da edificação, expecifica pela norma desenvolvida pelo Corpo de Bombeiros, podendo ser auxiliada por uma moto-bomba ou simplesmente funcionando pela força gravitacional, abastecendo o/os hidrante/s ou pelo Hidrante de Recalque, que fica no final do sistema e que ao esgotamento da reserva técnica de incêndio é conectado à um caminhão pipa ou de bombeiros, novamente abastecendo o sistema de hidrantes. Vejamos a seguir o dimensionamento de um S.H.P. em um prédio de sete andares com dois apartamentos por andar.
Esta postagem se propõem e demonstrar em passo à passo o dimensionamento do sistema, bem como todas os amparos e normas na qual se foi baseado, proporcionando material de pesquisa para os estudantes de Mecânica do Fluidos, já que envolve calculo de vazão, perda de carga, manometria e outras características abordadas pela matéria bem como material para alunos de outras cadeiras do curso como Instalações Hidráulica e Preventiva, abordando o próprio tema de S.H.P.
CLASSIFICAÇÃO
A classificação da edificação quanto a ocupação;
A edificação classifica-se como RESIDENCIAL Privativa (multifamiliar), de acordo com a NSCI/94, Capítulo II – Da Classificação de ocupação dos Edifícios, Art. 10, item I – Residencial, subitem a) Privativa (multifamiliar).
O risco de incêndio da edificação;
De acordo com a NSCI/94, Capítulo IV – Classificação dos Riscos de Incêndios, Art. 27, e considerando classificação da edificação do item anterior como RESIDENCIAL, considera-se risco de incêndio da mesma como RISCO LEVE (item I, subitem a) residencial).
Exigência de Sistema Hidráulico Preventivo;
De acordo com a NSCI/94, Capítulo III – Dos Sistemas de Segurança, Art. 13 – Nas edificações RESIDÊNCIAIS PRIVATIVAS multifamiliares, deverá ser utilizado o seguinte sistema de proteção:
- Sistema hidráulico preventivo, atendendo ao item II, onde especifica que com 04 ou mais pavimentos ou área total construída, igual ou superior a 750 m², será exigido Sistema Hidráulico Preventivo;
Obs.: Neste trabalho serão apresentados a grande maioria dos dispositivos de proteção contra incêndio, exigidos pelas NSCI – Normas de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros do Estado de Santa Catarina, visto o foco em S.H.P.
DEFINIÇÕES GERAIS
Definição do tipo de canalização do SHP;
Baseando-se na NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção I – Das canalizações, Art. 48, o tipo de canalização que será utilizado neste sistema preventivo será de aço galvanizado, considerando diâmetro mínimo de tubulação para início de cálculo igual a 63mm.
Definição do tipo de abastecimento do SHP;
Baseando-se na NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção II – Dos reservatórios, Art. 52, item I subitem a), o tipo de abastecimento do sistema será por reservatório superior com adução feita por gravidade.
Pressão mínima para o funcionamento do SHP;
Segundo a NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção III – Dos hidrantes, Art. 65, e considerando classificação do risco de incêndio como RISCO LEVE (item I), a pressão mínima para o funcionamento do sistema é 0,4kg/cm², ou seja, 4mca.
Número de hidrantes funcionando simultaneamente;
Segundo a NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção III – Dos hidrantes, Art. 66, e considerando que a edificação possui 8 hidrantes instalados (item IV – quando instalado mais de 6 hidrantes), 4 hidrantes deverão funcionar simultaneamente.
Coeficiente de rugosidade para tubulações do SHP;
Segundo a NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção III – Dos hidrantes, Art. 68:
“Adota-se para os dimensionamentos a fórmula de Hanzen Willians, com o valor do coeficiente de rugosidade de 120 para as canalizações e de 140 para as mangueiras com revestimento interno de borracha.”
Comprimento das mangueiras do SHP;
Baseando-se na NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção V – Das linhas de mangueiras, Art. 72, será adotado comprimento de mangueira igual a 15m.
Diâmetro mínimo para tubulações;
De acordo com a NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção I – Das canalizações, Art. 48, o diâmetro mínimo de tubulação para início de cálculo será 63mm, bem como, de acordo com Seção V – Das linhas de mangueiras, Art. 73, e considerando edificação de risco leve o diâmetro da mangueira será de 38mm e seu requinte 13mm.
Tipos de mangueiras para o SHP;
Segundo a NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção V – Das linhas de mangueiras, Art. 74:
“As mangueiras devem ser flexíveis, de fibra resistente à umidade e com revestimento interno de borracha.”
Hidrante de recalque para o SHP;
Segundo a NSCI/94, Capítulo IV – Sistema Hidráulico Preventivo, Seção VI – Do hidrante de recalque, Art. 78:
“O hidrante de recalque será localizado preferencialmente junto à via pública, na calçada ou embutido em muros ou fachadas, observando-se as mesmas cotas para instalação dos hidrantes de parede.”
Reserva Técnica de Incêndio - RTI;
De acordo com a IN 007 – Sistema Hidráulico Preventivo, item 4.2.1.3.2, subitem d), a RTI deverá ser dimensionada de forma que forneça ao sistema uma autonomia mínima de 60 minutos, quando acondicionada em reservatórios superiores.
MEMORIAL DE CÁLCULO
RTI
Pressão disponível no ponto A
PA = PR + DN – HP
PA = PM + 0 + HP
PA = 4 + HPtub + HPmang
PA = 4 + 0,056 + 0,51
PA = 4,566 m.c.a
Vazão do H1
QH1 = 0,2046.².√4
Cálculo da perda de carga na tubulação
QH1 = 69,15L/min
Dtub = 63mm
Ctub = 120 Aço galvanizado
J = ((10,641.QH1^1,85)/(Ctub^1,85.Dtub^4,87))
J = ((10,641.0,011^1,85)/(120^1,85.0,063^4,87))
J = 3,91x10^-3
Htub = J.Lt
Htub = (3,91x10^-3).14,28
Htub = 0,056 m.c.a
Lt = Lreal + Lpeças
Lt = 0,25 + (3,43+0,60+10)
Lt = 14,28m
Cálculo da perda de carga na mangueira
Lt = 15cm
Dtub = 38mm
Ctub = 140
HPmang = J.Lt
HPmang = 0,034x15
HPmang = 0,51 m.c.a
J = ((10,641.QH1^1,85)/(Ctub^1,85.Dtub^4,87))
J = ((10,641.((69,15/6000)^1,85))/(140^1,85.0,038^4,87))
J = 0,034
Método Simplificado
PB = PA + DN(a-b)
PB = 4,566 + 2,85
PB = 7,416 m.c.a
QH2 = 0,2046.d².√P min
QH2 = 0,2046.13².√7,416
QH2 = 94,16 L/min x 30min = 2824,86 L
QH3 = 0,2046.d².√P min
QH3 = 0,2046.13².√7,416+2,85
QH3 = 110,78 L/min x 30min = 3323,64,65 L
QH4 = 0,2046.d².√P min
QH4 = 0,2046.13².√7,416+2,85+2,85
QH4 = 125,22 L/min x 30min = 3458,50 L
QHT = 69,15 + 94,16 + 110,78 + 125,22
QHT = (399,31 L)/60000 = 6,65.10^-3 m³/s
Dtub= 63mm
Ctub = 120
J = ((10,641.Qtotal^1,85)/(Ctub^1,85.Dtub^4,87))
J = ((10,641.(6,65.10^-3)^1,85)/(120^1,85.0,063^4,87))
J = 9,98x10^-3
Lt = Lh + Lv + Lpeças
Lt = 0 + H + 9,4
Lt = 9,4 + H
Perda de carga
1 entrada normal = 0,90m
1 registro gaveta = 0,40m
TOTAL = 9,40m
PA = PR + DN(r-a) – HP(r-a)
4,566 = 0 + H – [ 9,98x10^-3.(9,4+H) ]
4,566 = H – 0,0938 - 9,98x10^-3.H
4,566 = H – 0,0938 - 9,98x10^-3.H
4,6598 = 0,99002.H
H = 4,70m
RTI = QH(mais favorável)∆t
QH4 = 0,2046.d².√P min
QH4 = 0,2046.13².√7,416 + 2,85 +2,85 + 2,85 +2,85 + 2,85 +2,85 + 2,85
QH4 = 180,88 L/min
Obs: ∆t = 30 min (Para os 4 hidrantes mais desfavoráveis)
Para cada hidrante a mais acrescentar 2 min.
RTI = 180,88.36
Acadêmico: Marcelo Pinho Maciel
Engenharia Civil - UNISUL
sábado, 15 de junho de 2013
Túnel de Vento
O Túnel
de Vento é uma instalação que tem por objetivo simular para estudos o
efeito do movimento de ar
sobre ou ao redor de objetos sólidos.
Túneis de vento são muito utilizados em laboratórios
de modelos físicos para a determinação de parâmetros nos projetos de aviões, automóveis,
cápsulas espaciais, edifícios, pontes, antenas
e outras estruturas de construção civil.
A construção de modelos físicos, em escalas
reduzidas foi
possível após a descoberta da Teoria da Semelhança Mecânica por Isaac Newton
e do Teorema de Bridgman.
Nos modelos aerodinâmicos a semelhança mecânica
aplicada é a de Mach, nos modelos hidrodinâmicos
de escoamentos em condutos forçados utiliza-se a chamada Semelhança de Reynolds
e nos condutos livres (canais, usinas hidrelétricas, vertedores) utiliza-se a chamada Semelhança Mecânica de Froude.
No Brasil, túneis de vento subsônicos pequenos e médios podem ser encontrados em algumas
instituições como USP (Universidade de São Paulo), ITA (Instituto Tecnológico
da Aeronáutica) e a UNIVAP (Universidade do Vale do Paraíba). Em São Paulo,
no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas)
existe o maior túnel de vento subsônico de toda a América
Latina, que permite aos meteorologistas,
por exemplo, simular catástrofes como o Furacão Catarina e, observar como uma
construção reage no quesito da aerodinâmica.
Além destes, túneis de ventos supersônicos,
para estudos aeroespaciais, podem ser encontrados no ITA, em São José dos Campos, e na UFABC, em Santo André.
Somente duas instituições no Brasil possuem
Túneis Hipersônicos que ultrapassam Mach 20 (Vinte vezes a velocidade do som):
O Túnel T3 do IEAv-DCTA (Instituto de Estudos Avançados do Departamento de
Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e outro semelhante, na
UNIVAP (Universidade do Vale do Paraíba).
Na construção civil
Ensaios em túneis de vento constituem uma
ferramenta confiável para a determinação dos efeitos de cargas de vento sobre
estruturas de construção civil, como edifícios, pontes, torres, coberturas,
telhados, cabos, chaminés, treliças e outros. Sua aplicação está diretamente
relacionada às situações que exigem informações com maior exatidão e
confiabilidade ou quando o conhecimento a respeito das cargas de vento recai
sobre condições que fogem às previstas nas normas técnicas, tal como a NBR
6123:1998.
Os ensaios em Túnel de Vento realizados com modelos em escala reduzida são importantes para:
Os ensaios em Túnel de Vento realizados com modelos em escala reduzida são importantes para:
- Aumentar a confiabilidade e a efetividade da construção e, também, reduzir os custos de projetos estruturais.
- Permitir a avaliação da influência de outras edificações e coberturas do solo próximas sobre a construção analisada. Neste ponto, é importante assinalar que as construções em grandes metrópoles estão geralmente situadas em zonas de alta densidade de edificações.
- Permitir um estudo mais eficiente sobre a ventilação dos ambientes internos e, portanto, otimizar a distribuição dos espaços para o melhor conforto ambiental.
- Avaliar a qualidade do ar interior em relação à dispersão de poluentes e contaminantes.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%BAnel_de_vento
http://www.ipt.br/solucoes/2-servicos_de_pdi_em_engenharia_do_vento_e_qualidade_do_ar_interior.htm
http://redeglobo.globo.com/sp/tvdiario/diarioecologia/videos
Abaixo link de uma reportagem muito interessante a respeito de utilização de Túnel de Vento na construção civil.
http://www.youtube.com/watch?v=-DdSFoP58LI
Aluno: Leonardo Felisberto Olivier
Medição
de vazão no tubo de Venturi
O efeito Venturi (também conhecido como tubo de Venturi) consiste em
que um fluido em movimento dentro de um conduto fechado diminui sua pressão ao aumentar a velocidade depois de passar por uma zona de seção
menor. Se neste ponto do conduto se introduz o extremo de outro conduto, se
produz uma aspiração do fluido contido neste segundo conduto. Este efeito,
demonstrado em 1797, recebe seu nome do físico italiano Giovanni Battista
Venturi (1746-1822). O efeito Venturi é explicado pelo Princípio de
Bernoulli e
o princípio
de continuidade de massa. Se o caudal de um fluido é
constante, mas a seção diminui necessariamente a velocidade aumenta após
atravessar esta seção. Pelo teorema da conservação da
energia se
a energia cinética aumenta, a energia determinada pelo
valor da pressão diminui obrigatoriamente.
Para o cálculo da vazão pode-se
utilizar a seguinte expressão:
Onde: C = coeficiente que depende do número de Reynolds e da relação D 2/D1, no entanto, seu valor varia
de 0,95 a 0,99, sendo adotado o maior valor para diâmetros maiores.
Esquema do efeito Venturi-
Aplicações
do efeito Venture
·
Hidráulica:
A depressão gerada em um estreitamento ao aumentar a velocidade do fluido, se
utiliza freqüentemente para a fabricação de máquinas que proporcionam aditivos
em uma condução hidráulica. É muito freqüente a utilização deste efeito
"Venturi" nos misturadores do tipo Z para adicionar espumógenos em uma
condução de água para a extinção de incêndios.
·
Aeronáutica:
Ainda que o efeito Venturi seja utilizado freqüentemente para explicar a
sustentação produzida em asas de aviões o efeito Venturi por si só não é
suficiente para explicar a sustentação aérea. Além disso, se utiliza este tubo
para prover sucção aos instrumentos que trabalham com vácuo como a trompa de vácuo,
de uso laboratorial, coordenador de giro,horizonte
artificial,etc.) nos aviões que não estão providos de bombas
mecânicas de vácuo.
·
Airsoft:
As réplicas usadas neste brinquedo podem ter um sistema chamado HopUp que provoca
que o projétil seja arremessado realizando um efeito circular, o que aumenta o
alcance efetivo da réplica.
·
Motor:
O carburador aspira
ao carburante por efeito Venturi, misturando-o com o ar (fluido do conduto
principal), ao passar por um estrangulamento.
·
Purificação de água: Nos equipamentos ozonificadores de
água, se utiliza um pequeno tubo Venturi para efetuar uma sucção do ozônio que
se produz em um depósito de vidro, e assim misturá-lo com o fluxo de água que
sai do equipamento com o intuito de destruir as possíveis bactérias patogenias
e de desativar os vírus e
outros microorganismos que não são sensíveis à desinfecção com cloro.
·
Tubos de Venturi: Medida de velocidade de fluidos
em conduções e aceleração de fluidos.
·
Aquariofilia:
Nas tomadas de bombas de água ou filtros, o efeito Venturi é utilizado para a
injeção de ar e/ou CO2.
Acadêmico: Edvaldo Silvestri
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